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XAVIER PLACER (Niterói, 1916), professor universitário (UNIRIO) e bibliotecário de profissão (BN), publicou livros na sua especialidade (pelo MEC e MA) e traduções. Principalmente dedicou-se à ficção, poesia e ensaio. Estreando  com o  romance  A ESCOLHA (J. Olympio, 1944), prosseguiu com DOZE HISTÓRIAS CURTAS (Agir, 1946) este "Prêmio de Contos Afonso Arinos", da ABL.

 

Logo voltou-se para a prosa poética: IMAGENS DA CIDADE (Ed Margem, 1952), com prefácio de Otto Maria Carpeaux; O NAVEGADOR SOLITÁRIO (Ed Margem, 1956); O SONHADOR (Ed Margem, 1959) e LEGENDAS DA TERRA FLUMINENSE (AFL, 1960). Vieram a seguir poemas em prosa,  SILÊNCIO ADENTRO (Liv São José, 1961); NOTÍCIAS DA VIAGEM (Liv São José, 1976); SONDAGEM (Liv São José, 1977); MEMORIAL (Ed Zagorá, 1980); CLAREIRA (Ed Zagorá, 1986); MOSAICO (Letras Fluminenses, 1988); A CASA (Letras Fluminenses, 1989) e MINI-PROSAS (Letras Fluminenses, 1991). 

 

Na poesia: MINI-POEMAS (Ed Zagorá, 1978); FLOR-AÇÃO (Ed Zagorá, 1983); ELOS/EROS (Ed Zagorá, 1985); O JOVEM PAR (Ed Zagorá, 1985); SIM (Ed Zagorá, 1987); O MAR, O MAR (Ed Letras Fluminenses, 1988); CARTUNS (Ed Letras Fluminenses, 1988) e O GEÔMETRA (Ed Letras Fluminenses, 1992).

 

Seus ensaios: O POEMA EM PROSA, CONCEITUAÇÃO E ANTOLOGIA (MEC, Cadernos de Cultura, 1961); DUAS CONFERÊNCIAS: J. A. RIMBAUD e PANORAMA DO MODERNO ROMANCE BRASILEIRO (AFL, 1955); IMPRESSIONISMO NA FICÇÃO: POMPÉIA, GRAÇA ARANHA E ADELINO MAGALHÃES cap. em A LITERATURA NO BRASIL, direção de Afrânio Coutinho  (1955-59) e ADELINO MAGALHÃES E O IMPRESSIONISMO NA FICÇÃO (Liv São José, 1962).

 

Traduções: A BEM AMADA (romance), de Thomas Hardy (Ed Ocidente, 1944), FABÍOLA (romance), do Cardeal Wiseman (Ed Ocidente, 1945), UMA ESTAÇÃO NO INFERNO, de J.A. Rimbaud (Cadernos de Cultura, MEC, 1952).

 

Colaborou com contos e artigos nos suplementos literários dos jornais: A MANHÃ (Letras e Artes); O JORNAL; DIÁRIO DE NOTÍCIAS; JORNAL DO COMÉRCIO; MINAS GERAIS O FLUMINENSE. e suplementos literários nas revistas do Rio de Janeiro: SOMBRA; LEITURA; CULTURA (MEC); JORNAL DE LETRAS; LETRAS FLUMINENSES; POESIA PARA TODOS e  BOLETIM DA ANE (Brasília, DF).

(biobibliografia elaborada pelo autor)  

 

 

 

 

Atualização 2016: 

Ano do Centenário de nascimento de  Xavier Placer        

 

 

 Resumo Profissional 

Foi chefe da Biblioteca do SIA (Serviço de Informação Agrícola) do Ministério da Agricultura, no Rio de Janeiro. Com a transferência da Capital para Brasília (1961), foi transferido para o MEC,  passando a exercer suas atividades na Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro), onde além de bibliotecário era professor do curso de Biblioteconomia que funcionava anexo à Biblioteca Nacional (Este curso na década de 1970 passou a fazer parte da FEFIEG, depois UNIRIO).

 

Após aposentadoria na BN (década de 1980), tornou-se professor titular e chefe de Departamento do curso de Biblioteconomia da UNIRIO. Em 1986 jubilou-se, aos 70 anos. 

 

Foi membro da AFL (Academia Fluminense de Letras) e ANL (Academia Niteroiense de Letras).

 

 Info Pessoais 

Xavier Placer nasceu em 06 de outubro de 1916 em Niterói. Filho de espanhóis da Galícia (Pontevedra e Vigo), foi casado (desde 1947) com Margarida Moreira Placer (1923-2008), também filha de espanhóis. Teve dois filhos: Flavio (1947) e Celio (1951) e três netos: Augusto (1985), e os gêmeos Andrea e Bernardo (1986).

 

Morava em Pendotiba, Niterói, RJ, Brasil em uma casa de madeira (pré-fabricada) que mandou construir e que batizou de Rondinella (foto ao lado). Viveu lá por 32 anos (desde 1976), em meio ao verde e sua biblioteca, onde lia, escrevia e recebia os amigos para falar sobre seu assunto predileto: Literatura.

Foi em Rondinella que escreveu a maioria de seus livros. Gostava de pintura, escultura e música clássica. Quando não estava lendo ou escrevendo, trocava correspondência com amigos próximos ou distantes. Preferia as cartas ao telefone. Procurava se atualizar sobre descobertas científicas e novas tecnologias e achava que o livro impresso seria substituído pelo livro eletrônico (que ainda não existia). Não gostava de ver televisão. Dormia e acordava cedo. Lia e escrevia em espanhol, francês, italiano, inglês, latim e um pouco de grego, mas não falava nenhum idioma estrangeiro, dizia que tinha "ouvido ruim para línguas". Embora conhecesse quase todo o Brasil (viajando a trabalho) nunca foi ao exterior, porém conhecia o mundo através de leituras e gostava de localizar no mapa cidades e países. Falava um português correto mas sem gramaticismo. Tinha um temperamento estável, sempre igual e era otimista quanto ao futuro. Além da literatura lia sobre Filosofia, História e Religião (todas, mas simpatizava com o Zen-Budismo). Onde ia, levava um ou dois livros (comprados em sebos ou recebidos de amigos). Carregava sempre algumas folhas de papel em branco e um toco de lápis com borracha na ponta e de vez em quando anotava alguma ideia que lhe ocorria ou marcava o livro que estava lendo. Certa vez perguntei-lhe se ele era feliz, respondeu-me que estava feliz...  Este, em resumo, o Xavier Placer que conheci.

 

Faleceu em Niterói em 24 de março de 2008, aos quase 92 anos. Deixou sem publicar o romance ARNÓBIO, O MOÇO (terminado em 2006). 

Celio M Placer

Jan/2016.

RONDINELLA  -  Pendotiba, Niterói, RJ 

Em 1984

 

Xavier e Margarida

Xavier, Margarida, Sogra, 

Filhos, Noras e Netos

Em 1986

 

Casamento em 1947              Em 1978

        Siglas:

ABL  - Academia Brasileira de Letras

AFL  - Academia Fluminense de Letras

ANE - Associação Nacional de Escritores

BN   - Biblioteca Nacional

FEFIEG - Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado da Guanabara

MA   - Ministério da Agricultura

MEC - Ministério da Educação e Cultura

UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Algumas referências / citações:  (Sites, Diretórios e Blogs)
Xavier Placer
Xavier Placer
Xavier Placer
Xavier Placer
Xavier Placer
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Xavier Placer
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