II

PARA!, A terra silenciosa agoniza às feridas da vivissecção. O vegetal é teu irmão – predador.

      No animal tens o teu mais próximo afim – sacrificador.

      Virtude de tua mão – esse reino – a máquina.

    Orgulhar te podes de tal brinquedo, o mais novo, do escorreito e do vigor de seus desempenhos e cromadas formas, dominador.

      Mas a vida, ah! a vida não é o-feito-pelo-homem.

Está para além. E é reverência.

 

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