Alguma vez, se você for à França, olha! vai a Charleville

levar uma flor a Rimbaud.

Andarim de estrada , sem beira sem eira, quis ser un voyant,

acender astros novos. Homem nenhum, aliás um só, Verlaine,

parou a escutar sua alquimia do verbo.

(isso se vê: não a palma praquele que no lance dos dados cabe,

tantos dons!)

Impaciente, Arthur se cala; Arthur se evade – mercador – pra

África, Ogadine, Bubassa. Pralém de Bubassa – pro desconhecido.

 

 

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 06/27

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