FECHAM-SE as pálpebras

ao toque do sono

na fronte. . .  Grimpavam

rosas rosas rosas

 

Num casarão de ilha

– argamassa e lenda –

nada a temer. O único

fantasma se morrera

 

          De ver, na orla

marinha,  um infante

Olhava pra frente

e levava uma âncora

 

Marco-Milhão menino

as grandes viagens sem

partir. E que de amores

só dele!

 

No coração das coisas

íntimo da pedra

bebendo toda a luz

em  seu  raio de Sol

 

Ia-se cada noite

na fímbria do sonho

Outro dia nascia

verde novo herdeiro

 

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