Confortavelmente  instalado na fantasia-e-verdade de

Marco Polo, aqui vou em meio às Viagens. E paro à sombra

daquelas árvores-guias que o Kublai Kan mandou plantar nos

caminhos desertos do seu reino -

                           "Eram árvores tão altas

                     que já de longe se podiam avistar."

Me agrada conjecturar: eucaliptos!

E que um dia o Kublay Kan com a comitiva desejou deter-se só

para ver à beira-estrada as suas árvores. E colhendo da mão do

servo o ramo tenro, o Grão-Senhor disse bem do odor a citro

que rescendia em seus dedos anelados... E em viagem o conservou

sobre os joelhos.

 

 

 

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