De manhã

                          a aleluia dos sinos o acordaram

novo, de um sono compacto em lençóis de percal.

E a barroca Ouro-Preto que de noite se ocultara, inteira

se desnudava ao forasteiro.

Eram    torres    telhados    paredões; eram ladeiras   e   cruzeiros;

e lá, último nível, o anil anil.

Desjejum de bronzes

        e pão estalando na bandeja de prata

                         fresco, vários e uníssonos...

De tudo, uma impressão lhe havia de ficar: entre a guilhotina

da janela e a Cidade - aquelas bananeiras (não mais de três),

movendo devagar

                      o brilho verde das palmas como espadas.

 

 

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