VII

O vento enfuna os vestidos coloridos da esposa, a de grácil porte e cintura estreita. Quando sopra mais forte, os panos drapejam, fazem por libertar-se.

A diligência com que foram pegados a secar é mais forte do que a ventania – nenhum se desgarra.

 

De ver o branco limpo que o anil apronta nos panos.

Sopra o vento.

O vento sopra sem uma dobra.

O homem reveste os vestidos embalonados com o corpo da mulher.

Inflorescência ereta!

              que evem sorrindo para ele.

 

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 09/22

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